segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

EM BUSCA DO SAPATO PERDIDO


EM BUSCA DO SAPATO PERDIDO

Ao subir num ônibus urbano, um homem de certa idade escorregou e perdeu um sapato. O ônibus arrancou rapidamente e não podia mais parar, ficando-lhe impossível recuperar o calçado.

O homem tranqüilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.
Um jovem que a tudo observara lhe perguntou:

- Por que o senhor jogou fora seu outro sapato?

- Para que quem os encontrar possa usá-los. Apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado na rua, mas de nada lhe adiantará se não tiver o par completo.


Aquele que tem duas túnicas,
reparta com o que não tem nenhuma,
e aquele que tem alimentos, faça o mesmo.
Lucas 3.11


Autor desconhecido

EM BUSCA DO SAPATO PERDIDO


EM BUSCA DO SAPATO PERDIDO

Ao subir num ônibus urbano, um homem de certa idade escorregou e perdeu um sapato. O ônibus arrancou rapidamente e não podia mais parar, ficando-lhe impossível recuperar o calçado.

O homem tranqüilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.
Um jovem que a tudo observara lhe perguntou:

- Por que o senhor jogou fora seu outro sapato?

- Para que quem os encontrar possa usá-los. Apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado na rua, mas de nada lhe adiantará se não tiver o par completo.


Aquele que tem duas túnicas,
reparta com o que não tem nenhuma,
e aquele que tem alimentos, faça o mesmo.
Lucas 3.11


Autor desconhecido

UM MILAGRE CHAMADO "AMIZADE"


Eles se conheceram quase por acaso, voltando da escola. Toinho deixou seus livros caírem no chão e Zé o ajudou.

Já que suas casas eram próximas, Zé o ajudou a carregar seu material escolar.

Passaram aquela tarde juntos, vendo televisão, jogando futebol e outros passatempos de adolescentes.

Formaram-se no colegial no ano seguinte.

Na noite da formatura, Toinho perguntou a Zé:

- Lembra-se de quando nos conhecemos?

- Sim, respondeu o amigo, você parecia um "nerd" com aquele monte de livros.

- Sabe porque eu estava carregando todos aqueles livros?

- Nem imagino, Toinho.

- Eu tinha limpado meu armário na escola e estava indo para casa tomar um vidro inteiro de um dos calmantes da minha mãe. Eu queria morrer... mas não queira deixar meu armário bagunçado.

- Que loucura, amigo!? Porque isso?

- Minha vida estava uma droga!!! Mas, depois passarmos aquele dia juntos, conversando e rindo, eu percebi que se eu tivesse me matado, teria perdido aquele momento e tantos outros que estariam por vir. Quando você se abaixou para me ajudar a pegar aqueles livros no chão e se tornou meu melhor amigo, evitou que eu fizesse uma besteira. Obrigado!


Mas há amigo que é mais
chegado do que um irmão.
Provérbios 18.24

MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UM SOCO


Conta uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, em um determinado ponto da viagem, começaram a discutir tanto que um acabou dando um soco no rosto do outro.

O que foi agredido, sem nada dizer, escreveu na areia: HOJE, MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UM SOCO NO ROSTO.

Mesmo ressentidos, seguiram viagem juntos e chegaram a um oásis. Enquanto se banhava num dos poços, o que havia levado o soco começou a se afogar, mas, foi salvo pelo amigo.

Ao se recuperar pegou um estilete e escreveu numa pedra: HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA!


Quando um amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar; porém quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar.




Fiéis são as feridas dum amigo;
mas os beijos dum inimigo são enganosos.
Provérbios 27.6

Autor desconhecido.

AS DUAS CAIXAS


Deus deu-me duas caixas e disse:
- Coloque todas as suas tristezas na caixa cinza e todas as suas alegrias na caixa azul.

Tempos depois eu percebi que a caixa azul estava muito mais pesada que a caixa cinza e fiquei um pouco confuso, pois, se tive muitas alegrias na vida, também não me faltaram tristezas. Como, então, a caixa de alegrias podia pesar tão mais que a caixa de tristezas?

Curioso, abri a caixa cinza e ela estava vazia, pois tinha um buraco no fundo. Então, eu perguntei:
- Senhor, deste-me uma caixa furada e minhas tristezas desapareceram. Onde elas foram parar?

- Elas vieram se apresentar diante do meu altar e as devolvi para você.

- Para mim? Mas elas não estão comigo.

- É que eu as devolvi transformadas.

- Transformadas? Como assim, meu Senhor?

- Transformadas em alegria. Olhe a sua caixa azul e você vai entender.

Abri a caixa azul e lá estavam todas as minhas alegrias (como foi bom contá-las todas de uma vez). Mas, lá estavam também as minhas tristezas, com uma carinha diferente, transformadas em alegrias.



O nosso Deus converteu
a maldição em benção.
Neemias 13.2

Autor: Desconhecido